quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Freud e a personalidade


1ª Tópica

• Freud afirma a existência do inconsciente, zona do psiquismo que não conhecemos, sendo que este propõe uma estrutura trinitária da personalidade em que o inconsciente é a origem de toda a vida préquica e está sujeito ás forças do recalcamento exercido pela censura.

▪ Na primeira tópica Freud compara o psiquismo a um icebergue, distinguindo três estruturas: o consciente, o pré-consciente e o inconsciente.


2ª Tópica

• Freud evolui na sua conceção e apresenta a 2ª tópica acentuando o carácter dinâmico do psiquismo e afirmando a existência de três estruturas explicando o que define cada uma delas:

▪ ID: existe desde o nascimento; zona inconsciente, a partir da qual se forma o ego e o superego; constituído por pulsões, instintos e desejos sobretudo de natureza sexual, rege-se pelo princípio do prazer; não se orienta por normas; é o reservatório da energia das pulsões sexuais (líbido).

▪ Ego: forma-se a partir do ID durante primeiro ano de vida; rege-se pelo princípio da realidade; decide quais os desejos e impulsos que podem ser realizados; é lógico e racional; sofre a pressão do ID e do superego.

▪ Superego: forma-se entre os e os 5 anos e a sua formação relaciona-se com a vivência do complexo de Édipo; corresponde á interiorização das normas, dos valores sociais e morais; funciona como censura face ás pressões do ID; pressiona o ego para controlar o ID.

Trabalho realizado por Margarida Campelos e Beatriz Teixeira 12ºC

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Freud e o inconsciente- A metáfora do Iceberg.

Freud e o Inconsciente
O conceito de inconsciência, especialmente estudado pela corrente psicanalítica que, por sua vez é focada no indivíduo nomeadamente o funcionamento da mente e como esta se desenvolve. 
Desta forma, para Freud, a mente humana divide-se  três partes: Ego, Id e Superego. Este assunto sofreu uma longa dissertação. 
De facto, o inconsciente é um dos pilares básicos usados por Sigmund Freud para elaborar as suas conhecidas teorias. 
A psicanálise é uma das correntes teóricas mais conhecidas na História da psicologia, embora muitas das vezes não seja considerada válida e tenha  desconsiderada por muitas outras correntes psicológicas.
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 Esta corrente cujo teórico primordial foi, Sigmund Freud encontra-se principalmente no estudo do inconsciente. Este considerava que o comportamento humano é o produto de conflitos entre os impulsos e a gestão desses mesmos por parte do consciente.
Entre as suas teorias destaca-se o desenvolvimento psico-sexual de menores e a sua diferenciação entre o elemento instintivo, Ego e Superego ou Censura. O Ego é a parte consciente, aquilo que podemos controlar; o Id é o inconsciente que é influenciado pelo prazer; e o Superego é o que absorve as normas de conduta da sociedade e é responsável por sentimentos de culpa ou recompensa moral.
Mas, para uma maior facilidade em entender tudo isto, é necessário primeiramente entender a diferença entre o consciente e o inconsciente, algo que pode ser conseguido através da metáfora do iceberg. 
  

 A metáfora do Iceberg 
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Esta é uma metáfora através da qual se pretende mostrar a existência de partes do aparelho mental que não são diretamente acessíveis ao nível voluntário e consciente. 
Ora vejamos: se imaginarmos um Iceberg, só veremos a ponta do mesmo na superfície do mar. No entanto, é necessário perceber que este tem uma base de sustentação muito maior que fica a baixo da linha do mar, isto é, submersa.
A parte visível do Iceberg é, então, a informação absorvida conscientemente, a outra é registrada sem que tenhamos noção disso, isto é, inconscientemente. 
Este Iceberg está assim, dividido, em três estruturas básicas que Freud decompõem a nossa personalidade: 
  • O Id ou parte primitiva e instintiva que obedece ao principio do prazer; 
  • O Ego, elemento que sublima os impulsos para o que é aceitável, com base no principio da realidade; 
  • E o Superego ou parte da censura derivada da sociedade. 

O consciente 
 De acordo com as ideias de Freud somos apenas capazes de ver uma pequena parte imergente que corresponde ao processo mental que detetamos diretamente e voluntariamente. Está sob o nosso controle e portanto não há mecanismos de defesa ativos nos bloqueiam.

O Pré-consciente 
 O pré-consciente que corresponde à parte do Iceberg que está entre o imerso e o submerso das aguas, é o conjunto de todos os conteúdos que geralmente não são identificados e que não está na nossa consciência mas podem emergir quando fazemos um grande esforço.

O Inconsciente 
 Esta é talvez a mais relevante pois é a grande massa de gelo que se encontra submersa e invisível. Nesta incluem-se um conjunto de impulsos, desejos, instintos primitivos ou até memórias que se movem pelo principio do prazer e permanece oculto na nossa consciência. O inconsciente é a nossa parte mais pura e natural, na qual a energia psíquica se move com total liberdade. 
Mariana Sá
Mariana Pereira 

Mente Inconsciente e Consciente

O que é mente inconsciente?

O significado da palavra inconsciente na área psicológica é muito mais denso do que se imagina. Diferentes correntes de estudo trazem pontos de vista que se adequam à época em que foram apresentados para a sociedade e ainda podem ser interpretados para os dias de hoje.
Sigmund Freud (1856-1939) disse que o inconsciente é algo que fica escondido em cada um, mas que se manifesta sem sabermos nos comportamentos. O famoso psicólogo austríaco acreditava que isso se manifestava em sonhos. Seus livros “A Interpretação dos Sonhos”, de 1900, e “Psicopatologia da Vida Cotidiana”, de 1901, são boas referências bibliográficas para estudar mais a respeito do assunto.

O que é mente consciente?

É comum ouvir as pessoas falarem que “estão conscientes” de algo quando querem dizer que sabem e/ou tem entendimento a respeito da situação. Estar consciente vem do verbo conscientizar, que significa estar ou ficar ciente de algo. Na área da psicologia o termo pode ser traduzido como a volta de um assunto que estava bloqueado ao consciente.
De acordo com o Freud, no consciente estão as informações que o indivíduo percebe na realidade.


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Trabalho realizado por: Beatriz Lima e Mariana Silva.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Blasfémia



Nicolau Copérnico foi um astrônomo, matemático, médico e religioso polaco. Ficou conhecido pela sua teoria de que a Terra não era o centro do Universo, mas sim o Sol e que a Terra e outros planetas orbitavam à volta deste. Chegou a esta conclusão pois não se viam as mesmas estrelas no hemisfério norte e no hemisfério sul. Explicou também como ocorriam as estações.



Nicolau Copérnico nasceu em Torun, Polónia no dia 19 de fevereiro de 1473 filho de ricos comerciantes e o seu pai era o líder municipal, Tinha 3 irmãos e ficou órfão com 10 anos, altura em que passou a viver com um tio materno. Quando fez 18 anos entrou na Universidade de Cracóvia ( na época capital da Polónia). Lá estudou matemática e astronomia. Visto que as aulas eram em latim e Nicolau tinha vários amigos italianos, com 24 anos mudou-se para Itália onde foi estudar Direito.
Acabou por regressar à Polónia em 1501 onde se tornou padre. Voltou a tornar a Itália para estudar medicina mas acabaria por voltar de vez à Polónia em 1506.



Foi quando voltou de vez à Polónia que desenvolveu a teoria heliocêntrico. Foi na torre da Catedral de Frauenburg (torre que viria a ser chamada de "Torre de Copérnico") onde vivia e onde fez as observações que lhe fizeram chegar a essa teoria. A revolucionária teoria de Copérnico vem contradizer as ideias geocêntricas de Ptolomeu. Veio também contradizer as ideias da instituição que representava, ideias essas que eram consideradas verdades indiscutíveis.

Esta sua teoria foi divulgada num conjunto de seis volumes chamado "De Revolutionibus Orbium Celesti", em português Os Movimentos dos Corpos Celestes. Reza a lenda que o primeiro exemplar terá chegado às mãos de um outro astrônomo nos seus últimos dias de vida. As suas conclusões não foram logo aceites pela comunidade científica, pelo contrário encontraram uma forte oposição. Só 30 anos depois foram verdadeiramente consagradas pelo trabalho de Kepler e Galileu Galilei.

Nicolau Copérnico acabaria por morrer em Frauenburg, cidade onde era padre no dia 24 de maio de 1543.

Curiosidades:
               1. A América foi descoberta tinha Copérnico 14 anos. Nessa altura, a astronomia era muito importante para a navegação marítima.
               2. Apesar de ser um homem letrado e muito inteligente, Nicolau era extramente humilde. Passava o dia a ajudar os pobres doentes e a noite a ver as estrelas.

Trabalho realizado por Hugo Silva e Eduardo Costa 12ºC



quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Psicanálise de Freud


Psicanálise de Freud



Introdução
  • A escolha deste tema deveu-se à grande controvérsia que lhe está associada, e também por considerarmos um tema bastante interessante. Para além disto, ajudará a conhecer uma parte importante de nós que nos é desconhecida, ter uma nova perspectiva de vida. Ao longo do trabalho vamos estudar a opinião, os estudos e as experiências de Freud, que tinha, como principal objectivo o estudo do inconsciente. Freud, depois de pôr a hipótese de existência de um inconsciente, realizou experiências que o levaram ao estudo do psiquismo. Através destes estudos, concluiu que a sexualidade era extremamente importante na vida psíquica humana, baseando grande parte da sua teoria neste facto.

 Biografia
  • Sigmund Freud, o pai da psicanálise, nasceu a 6 de maio de 1856 em Freiberg, República Checa e faleceu a 23 de Setembro de 1939. 
  • Freud iniciou os seus estudos pela utilização da hipnose como método de tratamento para pacientes com histeria. Ao observar a melhoria em pacientes de Charcot (neurologista contemporâneo), elaborou a hipótese de que a causa da doença era psicológica, e não orgânica. Essa hipótese serviu de base para os seus outros conceitos, como o do inconsciente. Freud também é conhecido pelas suas teorias dos mecanismos de defesa, repressão psicológica e por criar a utilização clínica da psicanálise como tratamento da psicopatologia, através do diálogo entre o paciente e o psicanalista. Para além disso, Sigmund acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, assim como as suas técnicas terapêuticas. 


Psicanálise
  • Não sendo um sistema filosófico, a psicanálise teve sem dúvida um grande impacto em algumas concepções filosóficas que caracterizam a razão ocidental e se manifestaram até aos inícios do século XX. Aparecendo inicialmente como um método de investigação dos processos mentais e conscientes, acaba por transformar-se numa prática terapêutica baseada nos resultados desse mesmo método. Todavia, posto que na psicanálise a prática precede a teoria, ela não tardará a legitimar o nascimento de uma nova ciência, a afirmar-se também como teoria cientifica do inconsciente. A partir daí, a psicanálise alargar-se-á, no plano especulativo, ao domínio das ciências sociais como interpretação das várias manifestações do sujeito humano (religião, arte,cultura, civilização, etc.). Este salto, contudo, custar-lhe-á por vezes afirmações ousadas, menos dignas de crédito. A psicanálise surge-nos assim como uma prática e uma teoria, como um método de investigação com fins terapêuticos e como um corpo de saberes científicos que pretende fundamentar a descoberta de um novo objectivo - o inconsciente - prática e teoria, aplicação terapêutica do método e a sua justificação científica, implicam-se mutuamente, como em qualquer outra ciência. 
  • As grandes descobertas de Freud, que tanto chocaram as mentalidades da sua época, constituem simultaneamente os dois temas fulcrais da psicanálise. A primeira, como diz Freud, deparou com todo um conjunto de preconceitos de carácter filosófico; a segunda, com preconceitos de carácter estético-moral. Então, a primeira descoberta foi a do conceito de «inconsciente». Com ela, a psicanálise depara com obstáculos filosóficos porque representa uma ferida narcísica na concepção tradicional do sujeito, um sintoma de fracasso da própria filosofia que se concentra em torno do cogito cartesiano («penso, logo existo»). A outra descoberta de Freud relaciona-se com a importância que ele atribui à «sexualidade» na totalidade da vida psíquica, ao mesmo tempo que lhe confere uma dimensão mais ampla que o habitual. 




Conceção do Psiquismo

  • O desejo e a insatisfação são elementos inerentes à nossa vida psíquica. Também, como já pudemos ver, os nossos comportamentos resultam de uma fonte energética inconsciente e, para além disso, inesgotável. A sua manifestação pode assumir múltiplas formas. Esta fonte energética corresponde ao núcleo instintivo que dá vida à nossa psique. É, por sua vez, constituída por duas polarizações antagónicas, duas pulsões opostas, as quais Freud denomina  Eros e Thanatos. Freud pensava que era impossível compreender os processos patológicos se só se admitisse a existência do consciente. Até então, a conceção dominante de homem definia-o como um ser racional, que controlava os seus impulsos através da vontade. O consciente, constituído pelas representações presentes na nossa consciência e conhecido pela introspeção, constituía o essencial da vida mental do homem. De modo a introduzir novas conceções de homem, Freud apresenta em dois momentos duas interpretações do psiquismo da mente humana: a primeira e a segunda tópica.  
  • Inicialmente distingue várias estruturas constituintes da mente humana, sendo elas organizadas e onde se incluem sistemas. Nesta tópica, a mente é vista de uma forma topográfica, isto é, as suas instâncias encontravam-se localizadas num certo sítio da mente, estáveis, fixas, não relacionadas entre si. Assim, para além de procurar descrever os fenómenos mentais, preocupa-se também com a natureza e a composição das forças presentes no conflito psíquico. A mente seria, então, constituída por três instâncias: o consciente; o pré-consciente e o inconsciente. Esta primeira tópica ficou conhecida como teoria do iceberg, como verificamos em seguida.
  • O consciente seria a parte mais pequena, a qual era constituída por raciocínios, perceções, pensamentos. É um órgão de perceção para as impressões que nos absorvem num dado momento e tem a capacidade de distinguir processos do mundo externo e do interno. É possível aceder ao consciente através da introspeção.
  • A seguir, na parte de baixo, estaria o pré-consciente, o qual faz a ligação entre o consciente e o inconsciente, e corresponde, na imagem do iceberg, a uma zona flutuante de passagem entre a parte visível e a oculta. É constituído por lembranças, isto é, aquilo de que nos podemos recordar sem fazer muito esforço.
  • Por último, o inconsciente corresponde à parte maior do iceberg. É uma zona do psiquismo constituída por pulsões, tendências e desejos, fundamentalmente de carácter afetivo-sexual, a qual não é passível de conhecimento direto.


Bibliografia​

http://www.freudpage.info/freudpsicohistorico.html
http://pcmarques.paginas.sapo.pt/Freud.htm
http://robert-everythingaboutme.blogspot.pt/2010/07/id-ego-e-superego.html
http://www.slideshare.net/espanto.info/freud-e-a-psicanlise
http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiqu%C3%AA
http://www.recantodasletras.com.br/ensaios/93847
http://pensador.uol.com.br/autor/sigmund_freud/biografia/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sigmund_Freud
http://www.citador.pt/cartoons.php?idc=417&Freud_Pessoa_Vida

Trabalho realizado por: 
Rita Oliveira Nº26
Ricardo Pereira Nº25
12ºC

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Machismo

 O que é o machismo?


 Machismo é o conceito que se baseia na supervalorização das características físicas e culturais associadas ao sexo masculino, em detrimento daquelas associadas ao sexo feminino, pela crença de que homens são superiores às mulheres. Em um termo mais amplo, o machismo, por ser um conceito filosófico e social que crê na inferioridade da mulher, é a ideia de que o homem, em uma relação, é o líder superior, na qual protege e é a autoridade em uma família.
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No pensamento machista existe um "sistema hierárquico" de géneros, onde o masculino está sempre numa posição superior ao feminino. Ou seja, o machismo é a falsa ideia de que os homens são "superiores" às mulheres.

O ideal machista divide o mundo em "o que é feminino" e "o que é masculino", como profissões, gestos, expressões, manifestações, comportamentos, emoções... De acordo com a convenção social do machismo, o homem deve seguir o estereótipo masculino, enquanto que a mulher deverá agir segundo o que foi pré-definido como feminino.
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O machismo, como forma de preconceito, não afeta apenas as mulheres. Os homens homossexuais, ou mesmo os heterossexuais que se classificam como metro sexuais, por exemplo, também são alvos de exclusão na sociedade machista.
Quando um homem foge às "regras da masculinidade", já pode ser enquadrado como alvo de preconceito numa sociedade machista.

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Machismo praticado pelos dois sexos

Apesar de na grande maioria o machismo ser praticado pelos homens nas mulheres, não são apenas as pessoas do sexo masculino que causam este problemas, pois esses comportamentos machistas são também, por vezes, utilizados pelo próprio sexo feminino. Podemos encontrar homens e mulheres machistas todos os dias no nosso dia a dia. Eles estão nas nossas famílias, nos nossos empregos, no nosso grupo de amigos, ou até mesmo nós, que sem nos apercebermos praticamos o machismo. 

O nosso sistema tem grandes deficiências e preconceitos óbvios, e renovar esse psicológico, social e político não é algo que pode ser feito de um dia para o outro. Para conseguir isso, é preciso mudar mentalidades, e isso só pode ser alcançado de uma forma: com a determinação e colaboração de todos, ou pelo menos da maioria da população.


Eliana Teixeira nº10
Inês Lima nº16

sábado, 18 de janeiro de 2020

Distúrbios mentais: Pedofilia


Os transtornos mentais são alterações no funcionamento da mente desde o pensamento até ao comportamento, que podem afetar qualquer pessoa e em qualquer idade e, geralmente, são provocados por complexas alterações no sistema nervoso central. Os efeitos destas doenças mentais podem ser duradouros ou temporários.

Os transtornos mentais afetam cada vez mais pessoas e estima-se que cerca de 50% dos adultos tende a sofrer de doença mental em algum momento da vida. Contudo, apenas 20% das pessoas doentes procuram cuidados médicos devido à dificuldade que a sociedade apresenta de compreender e de tratar, sendo o descrédito ainda elevado.

Existem diversos tipos de transtornos mentais como ansiedade, depressão, esquizofrenia, transtornos alimentares, stress pós-traumático, bipolaridade, transtorno obsessivo-compulsivo ou pedofilia.



Assim, a pedofilia é um desvio sexual, é a atração sexual patológica de um adulto, sobretudo homens, por crianças onde a prática de atos sexuais é considerada crime.

Este transtorno é caracterizado por fantasias, desejos e/ou comportamentos sexualmente excitantes que envolvem crianças (habitualmente de 13 anos ou menos). Porém, para ser considerado um transtorno de pedofilia é necessário ter em conta a idade das pessoas envolvidas na relação. Na maioria das sociedades para ser diagnosticado com o transtorno de pedofilia, a pessoa precisa ter, no mínimo, 16 anos de idade e, no mínimo, cinco anos a mais que a criança que é vítima.

As causas da pedofilia estão muitas vezes relacionadas com a infância, já que vários pedófilos já foram vítimas, e com as relações familiares dos pedófilos, logo as maiores vítimas são as crianças da família ou são crianças próximas do indivíduo.

Os principais sintomas desta doença são a angústia extrema ou e alguns desvios na sua capacidade de funcionamento.

Os tratamentos inclui psicoterapia de longo prazo e medicamentos que alteram o desejo sexual e reduzem os níveis de testosterona; e medicamentos antidepressivos. Os resultados do tratamento variam, sendo os melhores resultados obtidos quando a participação é voluntária.

A pedofilia, nos dias de hoje, é um tema recorrente nas notícias já que é crime, mas não podemos apenas colocar o pedófilo na cadeia porque, assim, este não muda os desejos é preciso tratá-lo.

Ana Silva
Ana Paula Pinto